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Estamos nessa!





''Há pessoas que entram na nossa vida para nunca mais saírem.''

E é assim faça sol, chuva ou caía granizo.
11.Junho.2010

Conheces a sensação de ficar sem chão?

Conheces a sensação de ficar sem chão?

Eu explico: na vida é preciso saber separar as coisas, ou seja, separar o coração da cabeça, o ontem do hoje, o desejo da vontade, a paixão do amor, a realidade da ficção, ainda que por vezes nos enganemos e tomemos o certo por errado e vice-versa.

É esta a sensação, a mesma que fica depois do esforço e do falso esquecimento.

Conheces?

Muito mais do que isso




- Eu nunca falei em felicidade. Eu falei em amor, em paixão, em momentos arrebatadores. Falei em rosas á porta da sala de aula. Falei em nomes carinhosos gritados no meio do corredor da escola. Falei em beijos de cinema á chuva. Falei em passeios na praia. Falei em zangas matinais depois de uma noite agressiva. Falei em risos, em conversas parvas. Falei em sofás, televisão e leite com chocolate. Falei em corridas pela casa e escondidas debaixo dos lençóis. Falei em copos de água pela cabeça abaixo, falei em cantar no chuveiro. Falei só numa toalha. Falei em guerras por causa do comando. Falei em música no máximo e danças de t-shirt comprida.

Não falei em felicidade.

- Isso não é felicidade?

- Não, é muito mais do que isso.

- Não estou a perceber.

- Eu sei.


Virei-te as costas.

Por vezes quando amamos temos que enfrentar as armadilhas que a vida se encarrega de meter mesmo á nossa frente. E é nessas alturas que vamos decidir: ou seguimos em frente, ou viramos as costas.

Eu virei-te as costas.


Não foste uma armadilha, nem um bicho papão, mas o teu bem faz-me tão mal, e eu não posso permitir isso, não posso deixar que me metas na corda bamba, outra vez, sem vara, á espera que eu caia, ao minimo movimento.
Não, desta vez não.

Uma mulher nunca tem a certeza de nada, mas eu sei que fiz tudo mal, mas fiz bem.


E sabes qual é a única verdade no meio disto tudo? É que o hábito é o primeiro inimigo do amor vivo, que nos faz cair nessas armadilhas traiçoeiras de deixar passar o tempo, esquecer as discussões, atirar para trás das costas o que não conseguimos encarar de frente e admitir factos e palavras que ferem a nossa dignidade e nos fazem ser menos gente.

Touchês

''O amor é um acto de fé, uma manifestação de esperança. É como plantar uma semente. Por isso, a última vez que vos fui visitar, trouxe uma caixa de bolbos para plantar no meu jardim. Eu sei que nos dias de Primavera vou ver vos por aqui, a ensinar-me a cuidar das flores, vocês que cuidam do meu coração melhor do que ninguém.'' , Margarida Rebelo Pinto, Esposende 2010.

Clandestino.

A noite vinha fria
Negras sombras a rondavam
Era meia-noite
E o meu amor tardava

A nossa casa, a nossa vida
Foi de novo revirada
À meia-noite
O meu amor não estava

Ai, eu não sei onde ele está
Se à nossa casa voltará
Foi esse o nosso compromisso

E caso nos tocar o azar
O combinado é não esperar
Que o nosso amor é clandestino.

Imagine - John Lennon



''You may say

I'm a dreamer

But I'm not the only one

I hope some day

You'll join us

And the world will be as on''

Alma de pássaro - Margarida Rebelo Pinto.

''Acordo todas as manhãs com este zumbido e a certeza que não vais voltar. Cansada de me convencer que, apesar e acima do teu individualismo estava a tal inevitabilidade a que nos submetemos e chamamos amor, pensei que, com todo o amor que sentia por ti te iria suavizar e de alguma forma fazer parte do teu equilíbrio, tornando-me subtilmente indispensável''


E é por isto que é mais fácil sonhar do que perder, e para quem vive a sonhar, é muito mais fácil viver.

Destino, química, fado.

''Não amamos quem queremos, como queremos e porque queremos. Amamos como podemos, e muitas vezes contra a nossa vontade, remando contra todas as marés, envoltos no mistério de uma escolha que não é feita por nós, mas por uma força que nos é superior, á qual os místicos chamam destino, os cientistas chamam química e os portugueses chamam fado. ''

''Chocolate'' de Joanne Harris




''Acredito que ser feliz é a única coisa importante - disse-lhe finalmente.

Felicidade.

Tão simples como um copo de chocolate, tão tortuosa como o coração.

Amarga. Doce. Viva.''

Só para mim

Nunca pensei que o fim de um grande amor pudesse vir a ser tão ingrato.
Para mim, aliás, só para mim, é que não era um passatempo, uma brincadeira ou diversão.
Quantas vezes te disse que te adorava? Que para mim, e, mais uma vez, só para mim, eras muito importante, de um valor difícil de explicar? Foram muitas, eu lembro-me.
Mas, já António Lobo Antunes dizia que ''o coração quando se fecha faz mais barulho do que uma porta'', e é bem verdade.
Estávamos em Outubro, ainda estava um Sol bastante agradável que já fazia sentir as saudades do Verão e tempo de praia, quando resolveste ser sincero.
Para mim, e, sim, outra vez só para mim, só na minha cabeça, só no meu coração, só por causa desta cegueira, obsessão, estupidez, chama-lhe o que quiseres, é que tu tinhas sido sempre sincero, eu sempre pensei que sim.
Afinal não. Estavas calmo, com uma serenidade estranha, embora ao mesmo tempo me parecesses um tanto ou quanto nervoso. Veio a conversa do costume, tipo aquela que se vê nos filmes e que toda a gente entende que é treta.
Quis ouvir-te, perceber o que se passava dentro da tua cabeça. Mentira, não era o que se passava dentro da tua cabeça que eu queria saber, era o que se passava dentro do teu coração.
Mais ou menos uma meia hora foi o tempo que demoraste. Um conjunto de soluços, falta de confiança em ti próprio mas mesmo assim querias parecer determinado.
Julgavas que eu não iria dar por ela, mas como já expliquei, tu para mim nunca foste um passatempo ou uma brincadeira, tu eras TU, completo para mim, com todos os teus defeitos (que sempre eu fiz por suportar, e não me arrependo), com toda a tua maneira de ser que sempre me deixou deliciada, e eu conheço-te bem.
Acabaste de dizer tudo o que tinhas ensaiado, essa foi uma das coisas que notei, mas mesmo com tudo na ponta da língua, enquanto estavas em frente ao espelho, ali, perante mim, saíste-te mal.
Sinceramente, já andava á espera desta conversa, ''a conversa''.
Consegui perceber que para ti não dava, não querias, não tinhas paciência, e vivias no teu mundo, onde só tu existias.
Quer acredites ou não, desde esse dia ainda não voltei ''á nossa esplanada'', onde tudo isto aconteceu, onde tudo começou.
Lembro-me que me levantei, não te disse uma única palavra, e percorri a beira-Tejo o resto do dia.
Quando cheguei a casa, abri o livro que me tinhas oferecido no meu aniversário, numa página ao acaso, e no segundo parágrafo li: ''só há uma forma de prender aqueles que mais amamos: largá-los, deixá-los ir para onde eles quiserem, que se gostam de nós voltam sempre.''
Para mim, foi o suficiente, mas só para mim.

A escolha


Nunca se pensa o que se devia pensar e nunca se diz sequer o que se pensa. A verdade é que as palavras (certas) são bonitas, mas são ainda mais quando se dizem.
E há gente, como eu, que diz o que pensa, que acha que consegue mudar o mundo com um pequeno gesto e eu acabei de fazer o meu, porque a vida é uma escolha infinita de coisas e eu escolhi-te a ti.

Encontros e encontrões

''Dantes as pessoas encontravam-se, agora andam aos encontrões'', Margarida Rebelo Pinto
O que de certo modo é verdade, contudo é bom saber que certos encontrões resultam melhor que outros encontros que são marcados, previamente pensados, com todos os pormenores contados, para não falhar nada.

O nosso não.

O nosso foi um encontrão, e ainda bem, já estava na altura de apareceres, assim todos os medos já se foram.

E sabes porque ? Porque os amores são para ser vividos, sonhá-los não basta.

Foge.

Desta vez foge deles, nem que tenhas de fazer o que se chama de impossível, mas foge.
Numa outra altura nunca te diria para o fazeres, seria estupidez a mais...
Fugir nunca foi solução. Não foi, não é e jamais será.
Mas por agora terá de ser, chegaste a um ponto em que deixas que sejam eles a comandar a tua própria vida, a decidir por ti o teu futuro.
Sempre soubeste o que realmente querias, mas ultimamente preferes esconder-te debaixo de água, fingir que não é nada contigo, como se fosses um peixe que não se interessa por o que acontece por cima da sua própria cabeça, como se o mundo não fosse importante, e a culpa é sempre deles.
E é sobre ''eles'' que te quero falar, que sempre quis aliás. Foram eles que me deixaram assim, que te vão deixando também da mesma maneira, e nós não conseguimos suportá-los.
Não, eu não consigo, essa é a verdade, tu já o fizeste. Conseguiste na mesma altura em que eu me agarrei de tal maneira a eles que fui ficando, ficando, ficando, e fiquei mesmo para trás.
A minha esperança era que voltasses, pegasses na minha mão e que me dissesses ao ouvido que me adoravas, assim conseguiria, e seria uma maneira de eu não desistir.
Contudo, tu não voltaste, eu continuei no chão, não tocaste em mim e nunca mais disseste que me adoravas.
Foi um choque. Ainda nesse mesmo estado de choque/insegurança decidi me despedir deles, nunca mais voltaria a pensar no que me fizeram passar, no que me fizeram perder. Com esta etapa percorrida, não sei, talvez me dedique aos jogos olímpicos, se tive fôlego para aguentar isto tudo, poderei dar a volta ao mundo num só pé.

Contos de Fadas



''Como vi uma vez num filme, não te vou prometer uma vida maravilhosa, não te vou dizer que vamos ser felizes para sempre, isso só acontece nos contos de fadas.

Vou prometer, sim, fazer os possíveis e os impossíveis para que tudo funcione.

Mas, por vezes as coisas não resultam e mesmo que o nosso sonho tenha voado na brisa da saudade, não devemos jamais perder a esperança que essa brisa acalme e volte... volte a soprar na nossa direcção.

Podemos por fim, descobrir então, que os contos de fadas não são assim tão raros quanto parecem.''

Eu não sei quem te perdeu, P.A

Quando veio, mostrou-me as mãos vazias, as mãos como os meus dias, tão leves e banais.
E pediu-me que lhe levasse o medo, e eu disse-lhe um segredo: ''Não partas nunca mais!''.
E dançou, rodou no chão molhado, num beijo apertado, de barco contra o cais.
E uma asa voa, a cada beijo teu, esta noite sou dono do céu, e eu não sei quem te perdeu.
Abraçou-me como se abraça o tempo, a vida num momento, em gestos nunca iguais.
E parou cantou, contra o meu peito, num beijo imperfeito, roubado nos umbrais.
E partiu sem me dizer o nome, levando-me um perfume de tantas noites mais.
E uma asa voa, a cada beijo teu, esta noite sou dono do céu, e eu não sei quem te perdeu.

Pequenos nadas


Voltando á conversa do costume, descobre-se que o verdadeiro amor é omnipresente e omnipotente, mas nunca se cansa nem nunca se ausenta, nunca se paga nem subtrai. Só suspira ás vezes, para ganhar forças e seguir caminho. É este amor raro, secreto, mágico e perfeito que nos torna felizes, sempre, apesar de tudo e acima de tudo. E o resto, são pequenos nadas que pertencem ao mundo dos comuns mortais.

Querem mesmo ?

'' Será que as pessoas querem mesmo saber como estás quando te perguntam se estás bem? Ou estão apenas a ser bem-educadas?
Da próxima vez que perguntarem irei responder que me chateia sempre que alguém diz que o tempo cura as coisas, quando, ao mesmo tempo, também me dizem que a ausência faz o coração amar mais, o que realmente me confunde, porque isso significa que há quanto mais tempo tiveres partido, tanto mais eu te quero.
Irei-lhes dizer também que nada cura nada e que cada manhã em que acordo na minha cama vazia é como se tivesse esfregado sal nas feridas que estão por curar.''

Terceiro acto.


Todos os filmes e todas as histórias te imploram que aguardes por ela : a reviravolta no terceiro acto.

Ser ou estar ?

Uma vez, tal como das outras todas, fora me dito: « Não tens de ter uma cara corajosa o tempo todo, sabes? ».
Eu calculava que era possível a qualquer pessoa amar qualquer pessoa, era essa a grande ''coisa'' acerca do amor: vinha em todos os tamanhos, formas e temperamentos.
Foi então que reparei que os brasileiros usam o verbo ''ser'' ligado á paixão. Eles dizem « Sou apaixonado por você» para distinguir de « Estou apaixonado », é lindo não é ?
Contudo, há momentos em que todos sonhamos com uma outra espécie de amor, aquele que é livre e leve, simples mas forte.
Mas esse mesmo amor, pode ser outra vez aquele monstro a acordar, a mexer-se na imensidão emaranhada do passado, pronto a engolir o tempo e a fazer estragos de grande porte.
Apesar disto, dizem que acaba por passar.
J.

Diz-se por aí

Dizem eles que amam. Dizem.
Quando ele existe, o amor, é fácil de perceber, não tem de ser uma obsessão pela pessoa de quem se gosta, basta dar e receber, dar e receber, dar e receber.
Dar e receber, carinho, atenção e tudo mais, e não podemos criticar a palavra ''amor'' só porque um relacionamento não deu certo e não teve o final feliz que fora desejado.
Esse amor não é dizer que se gosta desta ou daquela pessoa, gostar, gostamos nós todos, amar, ama-se só uma pessoa.
E quando se ouve dizer: « Gosto deste fulano porque tem estas e aquelas qualidades », desconfio sempre.
Não se ama pelas qualidades, nem por isto ou por aquilo. Ama-se.
E sobretudo ama-se apesar deste ou daquele defeito que ás vezes até podem ser um espinho na nossa vida. Mas, para quem ama, um pequeno espinho é sempre reduzido á sua verdadeira insignificância e nunca se deixa que ele se transforme num problema.
Contudo, quando este amor verdadeiro, aquele que se alimenta de pequenos nadas, palavras carinhosas, beijos e sorrisos, projectos e promessas não existe, mas mesmo assim ainda há esperanças que nos vão fazendo acreditar, mais vale desistir. Deixá-lo ficar onde parou e lembrar apenas as coisas boas.
Afinal o que é amar senão sonhar, proteger, dar a mão quando é preciso e soltá-la quando assim tem de ser?
E ás vezes, quando ainda não ganhaste a coragem de o fazer, de deixar esse amor para trás, porque é isso que é melhor fazer, mais vale saberes e acreditares que acabou tudo do que viveres com as laranjas todas no ar, qual malabarista exausto, sem saberes nem como nem quando vão elas cair.
J.


N.

You're never gonna be alone
From this moment on
If you ever feel like letting go
I won't let you fall
(...)
And now as long as I can
I'm holding on with both hands
Cause forever I believe
That there's nothing I could need but you
So if I haven't yet
I've gotta let you know.

- Ninguém pode sentir o que perdeu sem ter tido antes.

Eu já sou especialista, e tu ?


Da próxima vez que a vida te der um limão, faz uma limonada.

Estado de sítio

Para mim nunca foste uma situação na minha vida, antes um estado.
Só sei que tudo parou ali mesmo, outra vez, mais uma vez.
Dessa mesma vez abri-te a minha alma, novamente.
Confessei-te sem vergonha nem pudor que passara todos os dias a pensar em ti, em nós, em tudo o que poderíamos ter sido e o que poderíamos ainda ser: o casal perfeito. Então respondeste-me que tudo isso seria possível se o medo não comandasse a tua vida. A distância, as circunstâncias e ainda e sempre o medo haviam-te impedido de agarrar este sonho.
Pediste-me que deixasse de pensar em ti, que não te odiasse por todo o mal que me causaras. Falaste sempre no pretérito perfeito, porque, para ti, há muito que tudo terminara.
Foi então que descobrimos que podias sempre voltar atrás. Afinal, é uma das tuas especialidades. Mas desta vez, ainda bem que voltaste.
Por fim, e com toda a tua subtileza, charme e carinho que demonstras de todas as vezes que há uma onda disseste-me : « Tu compreendes sempre o que te estou a tentar dizer para além do que te digo. », lembras-te?
J.

Linhas paralelas, (mrp)

Ás vezes apetece-me meter a Vera num avião e ir passar 2 meses ás Caraíbas. 2 meses não, 6 meses, 1 ano. A vida toda. Ás vezes apetece-me mudar de vida. Mudar de vida, dito parece tão fácil. Há uns meses largos não conseguia adormecer e vim para a sala ver televisão. Peguei num albúm de fotografias antigo e vi o fio da minha vida linear como um filme para crianças. Aqui e ali, lá estava a Vera, ao meu lado. A Vera, a Vera, a Vera. A Vera tem a vida dela e eu a minha.
Linhas paralelas nunca se cruzam, não é esta uma das leis da geometria?
Será que estamos condenados a assistir impávidos ao desenrolar da vida um do outro, sem as conseguirmos cruzar?

Esmaga, esmaga, esmaga


E quando ele voltar, e a maturidade voltar com ele, não sei se vai chegar a tempo de conquistar novamente. Se não chegar, é a prova de que já era, passou, acabou, finalmente.

Contudo, se o bichinho se mantiver vivo, será preciso decidir se o esmagamos ou o deixamos viver.

Com a falta de esforço e á força de te protegeres dos outros, ausentas-te de ti mesmo, e onde estás agora?

Qualquer dia olhas para dentro de ti, e já não estás.

Não precisas de rótulo

16 anos de risos cúmplices, 16 anos de sinceridade, amor verdadeiro, de agora ou nunca, de tudo ou nada, de riscos e tempestades.
16 anos de felicidade, felicidade, felicidade.
Adoro-te

Filosofias

Os homens são como os penicos, vão-se uns embora, vêm outros mais bonitos.

Rogela

Antes de mais nada, tenho a informar que este blog foi criado a pensar na Inês Lucas, com o objectivo de puder comentar o dela visto que andámos numa luta imensa para escolher o nome do tão famoso bolg.
Ontem, dia 16 de Janeiro de 2010, foi o jantar de anos da Margarida, na Rogela, onde descobrimos o talento fabuloso desta Inês para criar músicas a partir das situações mais banais do mundo, como por exemplo: a Margarida fugir com a prenda, o Tiago mandar mensagens, ou até mesmo o simples facto de eu me rir. Não podemos também esquecer a Telma, que mesmo não sabendo tocar guitarra conseguiu entrar no ritmo de todas as músicas, mesmo com o frio, mesmo com a chuva, mesmo com toda a gente a pedir para elas fazerem pouco barulho por causa dos vizinhos. Tenho agradecer também á Eduarda por ser uma boa cabeleireira e á mãe dela por fazer uma sopa de peixe divinal. Apresento também aqui as minhas desculpas por ter mandado o pai da Margarida á merda, mas quando disse que se ele fosse gay queria ir com ele ás compras, juro que foi do coração *.* Ao Mix ( Ferreira ), que me gastou 16 Cêntimos a ligar para ele próprio, á Márcia por dizer que se estamos todos mocados foi por termos comido muito e depois termos ido para o calor ( embora tenhamos ido para a rua, e estava um frio digamos que, do caraças), e claro ao Samuel por fazer a Margarida tão feliz, e á Daniela por ter trazido uma torta que toda a gente gosta. O Pedro e Marta não puderam estar presentes por motivos de força maior, mas com toda a certeza estarão numa próxima vez.
Obrigada por sermos um galinheiro, e ''andamostodosdoidos'', <3

Ah, eu sou a Joana e guarda só o que é bom de guardar.