Sabes quando vais na rua e falas sozinho, ou te ris e depois quando te apercebes, olhas à tua volta a ver se alguém reparou? Sim, é assim.
Sabes quando falam para ti e acenas com a cabeça mas não estás a ouvir nada? Sim, é assim.
Sabes quando ouves uma música e ela te faz lembrar alguma coisa? Sim, é assim.
Sabes quando estás deitado em cima da cama, a olhar para o tecto e tentas encontrar resposta? Sim, é assim.
Sabes que não há explicação, mas no entanto tens de fazer uma pergunta, e fazes mesmo: " - O que é que estamos a fazer? Aqui está ela. A Pergunta.
Já pensei nisto centenas de vezes, formulei as palavras precisamente desta maneira, com a mesma entoação, a mesma ênfase na palavra «fazer».
Mas de todas as vezes a resposta é diferente:
Estamos a seguir os nossos corações.
Estamos aproveitar a oportunidade.
Estamos a ser malucos.Estamos a autodestruir-nos.
Estamos a ser lascivos.Estamos confusos.
Estamos a rebelar-nos.
Estamos apaixonar-nos.
Já estamos apaixonados.
E a mais frequente: não temos a mais pequena das ideias. Então, limitámo-nos a decidir que não decidíamos nada. É tudo.''
Sabes quando falam para ti e acenas com a cabeça mas não estás a ouvir nada? Sim, é assim.
Sabes quando ouves uma música e ela te faz lembrar alguma coisa? Sim, é assim.
Sabes quando estás deitado em cima da cama, a olhar para o tecto e tentas encontrar resposta? Sim, é assim.
Sabes que não há explicação, mas no entanto tens de fazer uma pergunta, e fazes mesmo: " - O que é que estamos a fazer? Aqui está ela. A Pergunta.
Já pensei nisto centenas de vezes, formulei as palavras precisamente desta maneira, com a mesma entoação, a mesma ênfase na palavra «fazer».
Mas de todas as vezes a resposta é diferente:
Estamos a seguir os nossos corações.
Estamos aproveitar a oportunidade.
Estamos a ser malucos.Estamos a autodestruir-nos.
Estamos a ser lascivos.Estamos confusos.
Estamos a rebelar-nos.
Estamos apaixonar-nos.
Já estamos apaixonados.
E a mais frequente: não temos a mais pequena das ideias. Então, limitámo-nos a decidir que não decidíamos nada. É tudo.''
